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Policial militar esclarece confusão em show de MC Livinho em Maceió
Sargento nega agressão do cantor
A polêmica envolvendo MC Livinho após apresentação na casa Fábrica Eventos, em Maceió (AL), ganhou novos contornos. O sargento Peixoto, policial militar que atuou na ocorrência, relatou sua versão e afirmou que o episódio foi um mal-entendido, descartando qualquer agressão cometida pelo artista.
Segundo o relato, a guarnição foi acionada por funcionários da casa de shows com a informação de que um dos sócios teria sido agredido. A PM então tentou interceptar Livinho na saída, acreditando que ele era o autor. No entanto, durante a abordagem, outro funcionário esclareceu que o empresário, aparentemente alcoolizado, insistiu em entrar no camarim para tirar uma foto e acabou sendo contido por um dos seguranças do cantor.
Peixoto explicou: “Aí eu falei: ‘Cadê a vítima?’. O rapaz respondeu: ‘Parece que ele foi embora, já estava meio alterado, levaram ele para casa’. Bom, se não tem vítima, não tem mais o que a PM fazer.”
O clima foi desfeito ainda no local. Um dos sócios conversou com o gerente da produtora GR6, responsável pela carreira de Livinho, e as partes se entenderam, pedindo desculpas mútuas.
Questão contratual
A produtora Match Produções acusou o cantor de reduzir o show de 1h20 para 40 minutos para não perder um voo. O sargento foi categórico ao afirmar que a PM não tem envolvimento em questões civis: “A questão contratual não tem nada a ver com a gente. A nossa situação foi só essa da suposta briga.”
A equipe de Livinho já havia negado a quebra de contrato, alegando que o atraso ocorreu porque pessoas não autorizadas tentaram forçar a entrada no camarim antes da apresentação, atrapalhando a concentração do artista.


