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Eduardo Bolsonaro sai em defesa do orçamento de Dark Horse: "Até barato"

Ex-deputado considera valor baixo para os padrões de Hollywood

Por Redação 18/05/2026 14h02 - Atualizado em 18/05/2026 15h03
Eduardo Bolsonaro sai em defesa do orçamento de Dark Horse: 'Até barato'
Jim Caviezel como Jair Bolsonaro - Foto: Reprodução

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro saiu em defesa do orçamento do filme Dark Horse, produção inspirada na trajetória política e vida de seu pai, o ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro.

Durante entrevista ao programa Paulo Figueiredo Show, no último domingo (17), Eduardo afirmou que os cerca de R$ 134 milhões previstos para a produção não representam um valor elevado quando comparados aos custos de grandes produções de Hollywood. “É um filme que, para quem não conhece, vai pensar que é super caro. Não. Para os padrões de Hollywood, não. E ainda assim, o que eu sei é que não conseguiu se captar tudo aquilo que o projeto inicialmente previa”, disse Eduardo. “O valor (R$ 134 milhões) não é exorbitante, é até barato para os padrões de Hollywood”, declarou.

Eduardo também justificou os custos da produção citando a participação do diretor americano Cyrus Nowrasteh e do ator Jim Caviezel, conhecido por interpretar Jesus Cristo no filme 'A Paixão de Cristo' e pela sua participação no polêmico 'O Som da Liberdade'. 

“Você não faz um filme de 50 mil dólares com o Jim Caviezel”, completou.

A declaração acontece dias após a divulgação de áudios envolvendo o senador Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. Nas gravações, Flávio aparece cobrando parcelas relacionadas ao investimento no filme. Documentos divulgados pelo Intercept Brasil apontam Eduardo Bolsonaro como produtor-executivo da obra. Apesar disso, o ex-deputado afirmou que nunca manteve contato com Vorcaro e classificou o contrato como “provisório e antigo”. 

“Não participei de nenhum encontro com ele, nem no contexto do filme”.

Segundo informações divulgadas, Dark Horse já teria recebido ao menos R$ 61 milhões em investimentos do banqueiro Daniel Vorcaro, valor superior ao orçamento de recentes produções brasileiras indicadas ao Oscar, como Ainda Estou Aqui e O Agente Secreto.

*Com informações de Metrópoles