Economia
Prova de vida presencial deve acabar, afirma Presidente do INSS
Segundo Carlos, 36 milhões de pessoas se deslocam para prova
José Carlos Oliveira, presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), informou nesta quarta-feira (02) que os cidadãos não precisarão mais sair de casa para fazer a prova de vida e que o governo passará a adotar outras medidas para confirmar se a pessoa está viva.
Mas segundo informações, a medida só entrará em vigor quando for publicada no "Diário Oficial da União", mas Oliveira não informou quando isso acontecerá. Ainda segundo, se o governo não encontrar dados recentes da pessoa, irá à residência dela para a prova biométrica.
As informações foram discutidas em cerimônia no Palácio do Planalto, da qual participaram, entre outras autoridades, o presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira. Durante o evento, foi assinada uma portaria para mudar as regras da prova de vida.
O que é a prova de vida?
É um procedimento que serve para evitar fraudes e garante a manutenção do pagamento e é obrigatória para aposentados, pensionistas e para quem recebe benefícios do INSS por meio de conta corrente, poupança ou cartão magnético.
Atualmente 36 milhões de brasileiros se deslocam para fazer a prova de vida, dos quais 5 milhões têm mais de 80 anos de idade, informa o presidente.
De acordo com o governo, o INSS tem até 31 de dezembro deste ano para implementar as mudanças necessárias. "Até essa data, o bloqueio de pagamento por falta da comprovação de vida fica suspenso", informou o governo.

