Verdadeira mudança tem nome, marca e história. E os alagoanos sabem muito bem disso
Mostrar Renan Filho como 'velho' soa como piada insossa de quem trata eleitores como cegos e ignaros
A mudança em Alagoas já aconteceu, mas ainda é algo novo e real. Começou há apenas 11anos e o fato é que os alagoanos em geral continuam sentindo os efeitos positivos da transformação.
Até o final de 2014, Alagoas se arrastava numa crise sem precedente. Terra arrasada. Quem não se lembra como era dez, onze anos atrás?
No governo do PSDB (hoje partido do ex-prefeito JHC) o cenário era de completa desolação: violência sem fim, sistema de segurança destroçado, população sem hospitais, educação entregue às traças, servidores públicos tratados a pão e água. Triste destino de um estado que clamava por mudança. E ela veio, pra valer, mas não com discurso anedótico nem com enganação.
Em janeiro de 2015, o jovem deputado federal Renan Filho, do MDB, assumiu o governo e iniciou a verdadeira mudança. A mudança que todos pediam, clamavam e, acima de tudo, mereciam.
E o que sucedeu?
A segurança venceu a criminalidade, acabou a onda de assaltos, invasões de residências, ataques a postos de combustíveis, assaltos a bancos. A população ganhou oito modernos hospitais e 13 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), novas rodovias impulsionaram a produção rural e abriram caminhos para o turismo. O Canal do Sertão foi retomado e novas empresas se instalaram por aqui.
Uma revolução planejada com profunda mudança na educação: chegaram as Escolas de Tempo Integral, o programa Cartão Escola 10, incentivo financeiro aos estudantes, remuneração digna para os professores. Uma mudança radical no ensino público estadual.
Em poucos anos, com projetos, obras, programas sociais, finanças ajustadas, investimentos e muito trabalho, a mudança se consolidou e Alagoas se impôs como um estado comprometido com grandes avanços. Um ente federado, afinal, digo de respeito.
Os alagoanos sabem disso. Os mais experientes sabem e os mais jovens, também sabem.
A partir de 2022, como sucessor de Renan Filho, o governador Paulo Dantas comandou outra revolução, democratizando a Internet e fezendo a informação chegar a todos com qualidade e abundância.
Por isso, graças ao avanço da comunicação social a cargo da Secom dirigida por Wendel Palhares, o povo se informou mais e percebeu melhor os impactos da mudança que nunca parou. E assim ficou difícil, impraticável iludir o povo alagoano com falação enganosa e ilusórias promessas mudancistas.
Também não funciona o discurso esfarrapado do 'novo contra o velho'. Que velho? Renan Filho, velho? Yale Fernandes velho? Piada besta. É o discurso malandro tratando o alagoano como uma população constituída de míopes, cegos e ignaros.
E olhe que Renan Filho, com energia jovial, competência e disposição, há poucos meses integrava o poder da República, sendo reconhecido como o melhor ministro dos Transportes da era Lula.
Enfim, a pregação fantasiosa deixa no ar uma questão: soa legítimo falar em 'renovação' a partir de um grupo que reúne a maturada vice de JHC, a senadora Eudócia, o suplente Ronaldo Lessa, o veterano João Caldas e o nada mocinho Arthur Lira?
