O desespero que faz JHC largar a 'tática do silêncio' e atacar a realidade inatacável
Ex-prefeito 'esquece' dezenas de hospitais e UPAs que Renan Filho e Paulo Dantas construíram
'Ninguém atira pedra em árvore que não dá frutos'.
Cheia de sabedoria, a sempre atual máxima popular explica, com exatidão e à vista de todos, porque João Henrique Caldas afinal abandonou a 'tática do silêncio' e se aventurou em atacar a bem estruturada e funcional saúde pública de Alagoas.
Como os alagoanos já notaram, o ex-prefeito de Maceió é um político sem memória só quando lhe convém. Exemplo? Ele 'esquece' como era a saúde no Estado até 2014, último dos oito anos em que o seu partido, o hoje desminlinguido PSDB, (des)governou Alagoas.
É uma atitude duplamente desprezível e atroz. Primeiro, o esquecimento proposital e conveniente; depois, a crítica leviana e descabida ao setor que, junto à educação e segurança pública, mais recebeu investimentos dos governos de Renan Filho e Paulo Dantas. Montanhas de investimentos.
Um esforço malicioso e calculado tentando enganar e confundir o eleitorado? Infelizmente, em tempo de eleição o desespero é capaz de tudo. Mormente, quando a insegurança e o medo substituem a euforia do precipitado 'já ganhei'.
É hora, pois, de avivar a debilitada memória do agora emburrado JHC.
O governo de Renan Filho, entre 2015 e 2022, construiu 6 grandes unidades hospitalares:
1 - Hospital Metropolitano (Maceió).
2 - Hospital da Criança (Maceió).
3 - Hospital da Mulher (Maceió).
4 - Hospital Regional do Norte.
5 - Hospital Regional da Mata.
6 - Hospital Regional do Alto Sertão.
Além de todos esses hospitais, o governador Renan Filho também construiu 10 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) distribuídas pela capital e interior de Alagoas. Verdadeiro rolo compressor.
Já o governador Paulo Dantas consolidou a expansão da infraestrutura de saúde pública alagoana entregando um formidável conjunto de novos hospitais, com destaque para o Hospital do Coração Professor Adib Jatene, Hospital Regional de Palmeira dos Índios e o novíssimo Hospital do Idoso, em avançada fase de construção, em Maceió, apesar dos impercilhos criados pela Prefeitura maceioense.
Paulo Dantas também investiu na construção de 12 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e revolucionou o setor de consultas médicas online com o sistema 'Saúde até Você', que já nos meses iniciais socorreu mais de 80 mil pacientes.
O prefeito JHC, claro, vai trombetear: "Comprei o Hospital da Cidade". E daí? Comprou um hospital que JÁ EXISTIA e, portanto, nada acrescentou à estrutura hospitalar de Maceió. Isso mesmo. Gastou duzentos e sessenta e seis milhões de reais e deixou a capital com o mesmo número de hospitais. Uma mágica que não consegue fazer ninguém rir. Uma fortuna para trocar o nome de um centro hospitalar. Ah, mas agora atende pacientes do SUS. Espera lá: todo hospital privado recebe pacientes do Sistema Único de Saúde. E não é boa vontade, não. É lei. Bom, e os pacientes que antes eram atendidos pelo particular Hospital da Gruta? Duzentos e sessenta e seis milhões de reais...
Para completar, durante a presença de JHC na Prefeitura, o velho PAM Salgadinho era um triste exemplo de abandono, criticado pela população e não tinha sequer um sistema de combate a incêndio, o que motivou intervenção do Ministério Público de Alagoas.
Por tudo isso, como se pode ver, soa qual anedota sem graça, piada infamante, a crítica insultuosa de um pré-candidato contra uma realidade impossível de ser atacada e desmerecida. A não ser pelo som vociferante próprio de quem não consegue mais disfarçar a agonia da insegurança e da incerteza. Ou, o desespero de uma 'certeza' que parece estar ficando cada dia mais difícil de remediar e muito menos reverter.
