No clássico dos empates é proibido ganhar
Para que três volantes com o time ganhando, e com um jogador a mais em campo
Às 16h deste sábado 10 - o tão esperado clássico, com mando do time azulino, aconteceu - rolou a bola para um público de cerca de 14 mil presentes. É, meu caro amigo Nicolas Albuquerque, só não foi um Clássico das Decepções porque no fundo, no fundo, já esperávamos esse resultado.
Um jogo fraquíssimo tecnicamente: muitos erros juvenis, desorganização tática, bem abaixo da média, por parte dos dois lados. Uma apresentação enfadonha, para não dizer ridícula, um jogo realmente muito duro, duro de assistir, esse jogo de graça ainda é caro.
No primeiro tempo o único destaque foi o gol regatiano, na boa finalização do Longuine depois da falha defensiva do CSA. E só, nada mais. No segundo tempo depois da expulsão ( com auxílio do VAR) do lateral do CSA, parecia que o CRB iria para cima para definir o jogo, confirmar a vitória, mas só parecia mesmo.

O galo recuou, o Daniel paulista trocou um meia por um volante, e a pergunta que fica: Para que três volantes com o time ganhando, e com um jogador a mais em campo? A equipe azul achou um gol, empatou o clássico dos empates, aí depois do leite derramado, o técnico do CRB colocou o time para frente, com mudanças ofensivas, mas já era tarde, Inês já estava morta.
Apesar do empate esperado, os dois times saem de campo com sensações diferentes: o CSA somou um ponto, o CRB perdeu dois. Esse empate pode pendurar na conta do Daniel paulista.
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