Nem "oitxo", nem "oitxenta"
Na gangorra da série B o galo vai se mantendo equilibrado, entre mortos e feridos
A semana do galo foi de altos e baixos, visitou o londrina na terça feira, no estádio do café, o jogo estava empatado até o minuto 46 da etapa final, quando praticamente no último lance do jogo, num momento de desatenção, levou o gol. Uma derrota sofrida: o Galo não jogou mal, foi uma partida franca, o resultado mais justo seria o empate, mas não há justiça no futebol, as duas equipes poderiam sair vitoriosas. Saiu o londrina.
Sem ter muito tempo para lamentações, pressionado pelos maus resultados ( empate em casa e derrota fora), o galo recebeu o Sport, no estádio Pelé, sábado (3). O técnico Daniel Paulista promoveu algumas mudanças, porém a principal diferença foi a concentração e disciplina tática. O ataque foi letal, aproveitou as poucas oportunidades que criou, Anselmo Ramon fez as pazes com o gol, não marcava há oito jogos. Não foi um jogo brilhante mas foi uma vitória brilhante, para dar moral e confiança, e seguir na busca do G4, já que os resultados da rodada ajudaram o CRB.
Na gangorra da série B, o Galo vai se mantendo equilibrado, entre mortos e feridos, a equipe do Daniel paulista vai se mantendo viva, fazendo uma campanha sem riscos, nem tanto ao céu, nem tanto ao inferno - nem oito nem oitenta - É dessa forma que o CRB chega para o clássico da próxima rodada, motivado, olhando para a parte da cima da tabela. E o que isso quer dizer? Nada, exatamente nada, “clássico é clássico, e vice-versa” já dizia o poeta Jardel.
A Coluna do Galo vai analisar, sempre de forma crítica, os desempenho, jogos, eventos e as informações que circundem o Clube de Regatas Brasil. Uma das maiores torcidas de Alagoas tem aqui um espaço para chamar de seu e fica um convite ao diálogo, debate e interação, sempre de forma respeitosa, afim de discutirmos tudo que envolve o maior clube de Alagoas.


